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    <title>Revista Brasileira de Gestão Ambiental e Sustentabilidade</title>
    <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/</link>
    <description>A Revista Brasileira de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (ISSN 2359-1412) é uma publicação semestral gratuita de acesso aberto, que publica artigos na área de Gestão Ambiental e Sustentabilidade. O principal objetivo da revista é oferecer uma plataforma para os cientistas e acadêmicos de todo o mundo promoverem, compartilharem e discutirem os vários temas relacionados às Ciências Ambientais e a áreas correlatas.</description>
    <language>pt-br</language>
    <managingEditor>ronilson.paz@gmail.com</managingEditor>
    <webMaster>ronilson.paz@gmail.com</webMaster>
    <copyright>Ecogestão Brasil</copyright>
    <item>
      <title>v. 1, n. 1</title>
      <pubDate>Thu, 20 Nov 2014 01:00:01 -0300</pubDate>
      <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/v1n1/</link>
      <description><![CDATA[]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Editorial</title>
      <pubDate>Thu, 20 Nov 2014 01:00:01 -0300</pubDate>
      <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/v1n1/3543-4377-01-00a.html</link>
      <author>Ronilson José da Paz</author>
      <category>Editorial</category>
      <description><![CDATA[Editorial.]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Desempenho de matriz leiteira mestiça semi-confinada alimentada com dieta à base de farelo de algodão</title>
      <pubDate>Thu, 20 Nov 2014 01:01:01 -0300</pubDate>
      <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/v1n1/3543-4377-01-01a.html</link>
      <author>Helen Ramalho de Farias Pinto, Marcos Roberto Cavalcante, Helen Karla Ramalho de Farias Pinto, João de Deus Nunes Neto, Carlos Antônio Cabral dos Santos, Silvana Silva, Diógenes Montenegro Gomes de Brito Silva, Suelene Alves Marinho Cavalcante</author>
      <category>Artigo</category>
      <description><![CDATA[O objetivo deste trabalho foi avaliar os desempenhos dos bovinos (matrizes mestiças leiteiras) semi-confinados alimentados com dietas à base de farelo de algodão, farelo (raspa) de mandioca, farelo de trigo, farelo de milho, tendo como material volumoso silagem e palma forrageira in natura e suplemento mineral sal mineralizado. O experimento teve duração de 90 dias, sendo 15 dias de pré-análise. A mistura alimentícia administrada foi elaborada para nutrir animal ruminante (matriz em lactação). A formulação alimentar (mistura nº 4) destinada às matrizes foi administrada com auxílio de micronutrientes, tendo obtido sucesso na ingesta. A composição alimentar foi mantida numa proporção volumoso : concentrado, de 63:37, com aproximadamente, 20% de proteínas. Na avaliação final do experimento houve aumento de 20% na produção de leite e melhorias nos desempenhos físicos das carcaças das matrizes.]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>O Cadastro Ambiental Rural (CAR) como instrumento de regularização ambiental em assentamentos de reforma agrária</title>
      <pubDate>Thu, 20 Nov 2014 01:02:02 -0300</pubDate>
      <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/v1n1/3543-4377-01-02a.html</link>
      <author>Lucas Abreu Barroso, Guilherme Viana de Alencar</author>
      <category>Artigo</category>
      <description><![CDATA[Em 2014 comemora-se os 50 anos do Estatuto da Terra (Lei nº 4.504/1964). Editado no início da ditadura militar, o Estatuto da Terra foi a fórmula encontrada para conter a pressão vinda do campo que reivindicava uma política governamental com fulcro na Reforma Agrária. Embora principalmente concebido visando á distribuição de terras na Região Norte, após a redemocratização, em 1985, os movimentos campesinos mostraram-se presentes nas cinco regiões do país, demonstrando que a luta pela terra ocupava todo o território nacional. De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), até 2013 foram assentadas no Brasil 1.288.444 famílias nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, incorporando ao programa de reforma agrária uma área de 88.197.147 ha. O mais grave problema resultante deste modelo de ocupação de terras foi o desmatamento descontrolado nos assentamentos com o objetivo de converter o uso do solo para atividades agropecuárias, o que significou um drástico incremento no índice nacional de desmatamento. Neste contexto, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) criou o Plano de Combate e Alternativas ao Desmatamento Ilegal em Assentamentos da Amazônia Legal, denominado de Programa Assentamentos Verdes, que, juntamente com as Resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente de 2006 e de 2013, estabeleceram procedimentos para o licenciamento ambiental em assentamentos de reforma agrária, e tinha por meta estancar o desmatamento nessas áreas. Com a publicação do Novíssimo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012) foi criado o Cadastro Ambiental Rural (CAS), representando mais um instrumento de controle do desmatamento, principalmente aqueles ocorridos nas áreas de assentamentos rurais. Por meio deste cadastro, os assentados deverão conseguir a regularização de áreas consolidadas até 22 de julho de 2008, data da promulgação do Decreto nº 6.514, que trata das infrações e sanções administrativas ao meio ambiente e o procedimento para sua apuração.]]></description>
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      <title>Algumas considerações sobre a modelagem hidrológica aplicada à gestão ambiental</title>
      <pubDate>Thu, 20 Nov 2014 01:03:03 -0300</pubDate>
      <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/v1n1/3543-4377-01-03a.html</link>
      <author>Marcela Alves da Silva</author>
      <category>artigo</category>
      <description><![CDATA[A modelagem de bacias hidrográficas é utilizada no gerenciamento dos recursos hídricos com o objetivo de compreender como diversos fatores ambientais presentes na bacia hidrográfica que afetam a disponibilidade e a qualidade da água. A modelagem de uma bacia hidrográfica é o ponto de partida para estudos referentes à dinâmica ambiental da mesma, possibilitando o melhor gerenciamento e aproveitamento de seus recursos naturais. Neste trabalho faremos uma breve discussão sobre as contribuições da modelagem hidrológica no planejamento e gestão de bacias hidrográficas, com o objetivo de demonstrar como esta ferramenta vem se tornando uma ótima alternativa para gestão ambiental, com auxílio das geotecnologias. Aprender a modelar é, antes de tudo, aprender a observar, a notar detalhes e a questionar. A questão dos recursos hídricos é, sem dúvida, fascinante e essencial para os dias de hoje, dada a necessidade cada vez maior de exploração desses recursos. A modelagem hidrológica surge como uma ferramenta capaz de antecipar acontecimentos e apontar alternativas que conduzam à manutenção da capacidade produtiva do ambiente.]]></description>
    </item>
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      <title>Gestão de Unidades de Conservação: um estudo de caso na Área de Proteção Ambiental da Serra de Baturité-CE</title>
      <pubDate>Thu, 20 Nov 2014 01:04:04 -0300</pubDate>
      <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/v1n1/3543-4377-01-04a.html</link>
      <author>Jaqueline Silva, Maria das Graças Vieira, Gustavo Veras</author>
      <description><![CDATA[O objetivo deste estudo foi analisar a gestão de uma unidade de conservação, localizada no Estado do Ceará. O estudo é de natureza qualitativa, o método utilizado foi o estudo de caso e como instrumento de coleta de dados, realizou-se uma entrevista semiestruturada com a gerência da área. De acordo com as informações obtidas por meio dos instrumentos de pesquisa concluiu-se que a gestão da área está se reestruturando. Resultados positivos foram observados, no entanto, algumas variáveis gerenciais, como o aumento do quadro funcional, precisam ser reformuladas.]]></description>
    </item>
    <item>
      <title>Precariedade e revisão da licença ambiental</title>
      <pubDate>Thu, 20 Nov 2014 01:05:05 -0300</pubDate>
      <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/v1n1/3543-4377-01-05a.html</link>
      <author>Helena Telino Neves</author>
      <category>Artigo</category>
      <description><![CDATA[A licença ambiental é um instrumento de controle da Administração Pública sobre as atividades poluidoras ou utilizadoras de recursos naturais. A política de proteção ambiental tem buscado acompanhar o desenvolvimento da atividade de maneira contínua, dada a imprevisibilidade do risco ambiental e suas potenciais consequências nefastas. A proposta deste trabalho consiste em avaliar em quais condições o Poder Público poderia rever a licença ambiental antes do término do prazo de validade. No caso da ocorrência de circunstâncias imprevisíveis danosas ao ambiente, o Poder Público deve proceder á revisão da licença ambiental. Neste caso, não se trata de uma mera conveniência da Administração, mas um dever de alterar as condições anteriormente previstas. A possibilidade de revisão deve ficar condicionada à demonstração de alguns fatores pela Administração Pública, nomeadamente da inconveniência na manutenção dos termos originários da licença ambiental, objetivando proteger os titulares da licença de atos arbitr´rios da Administração. A publicidade e transparência nos processos de revisão coadunam-se com as melhores práticas de gestão ambiental e políticas públicas a serem desenvolvidas, atendendo ao princípio do desenvolvimento sustentável, das melhores técnicas disponíveis e da inclusão social na sociedade de risco.]]></description>
    </item>
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      <title>A proteção legal da Mata Atlântica</title>
      <pubDate>Thu, 20 Nov 2014 01:06:06 -0300</pubDate>
      <link>http://revista.ecogestaobrasil.net/v1n1/3543-4377-01-06a.html</link>
      <author>Bruno Faro Eloy Dunda</author>
      <category>Artigo</category>
      <description><![CDATA[O objetivo deste artigo é analisar o regime jurídico, as restrições legais ao corte, à supressão e à exploração de vegetação de Mata Atlântica, bem como a competência dos entes federados quanto à emissão de autorização para a supressão de espécies vegetais de Bioma.]]></description>
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